sexta-feira, 25 de outubro de 2013

ASAS DO TEMPO


 ASAS DO TEMPO

Queria voar
Nas asas do vento
Sentir na pele
As lágrimas da chuva
Queria ver-me
No espelho do lago
Sentir a brisa
Nas árvores do campo
Afago a dor
No perfume das flores
Tiro a solidão
No céu estrelado
Tu és o meu arco-íris
E eu as suas cores.!
Isabel Morais Ribeiro Fonseca

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

ZANGUEI-ME

 ZANGUEI-ME

Zanguei-me com o mundo
Perdi-me na estrada
No caminho seguro

Renego o passado
Vivo o presente
Sinto saudades
Olho o horizonte

Desejo a felicidade
Odeio a maldade
Vadio com fome
Sem casa, sem abrigo.!
Isabel Morais  Ribeiro Fonseca

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

ABRIR O CORAÇÃO

 ABRIR O CORAÇÃO

Abre o teu coração
E volta para mim
Colhe as minhas lágrimas.
Abre os teus braços
Não vejo o sol há muito tempo
Já não há flores no meu jardim
Só há o que muito já choramos
Esta imensa solidão, volta meu amor.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

"NÃO SEI AMO/TE"

  "NÃO SEI AMO/TE NÃO SEI"

Será que sinto-me viva
Não sei se iludo-me de fantasias
Ou vivo um pesadelo
Do que sinto, do que vejo
O brilho que refletes em mim
É como calor do teu corpo
A minha alma encheu-se de flores.
Cheiro doce encheu-me de alegria. 

Voamos para além da dor
E imagino-me
Nos teus lábios a beber o mais
Puro e doce mel
Rasgamos o coração de dúvidas
De fugas e ódios.
Se o meu sonho és tu
Não quero acordar desse sonho
Sei que existes e encontro-te
Na poeira dos meus olhos
Onde,procuro o sol dos teus desejos.

Juraste-me uma melodia de palavras soltas.
E alucinadas deste amor
És a amora azul silvestre e agreste
Os teus braços ramos do norte
Entraste de mansinho no meu coração
E sem bater eu nos teus braços
Acabei por me perder
No teu corpo e no desejo forte de amar.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

"JARDIM PERFUMADO"


"JARDIM PERFUMADO"

Quero colher as rosas do meu jardim
E suportar os seus espinhos
Quero conhecer muitas pessoas
Que sejam flores belas e raras
Inebriem o nosso carinho

Que nos digam lindas palavras
E que tenhamos a sensação
Que nos tocam nas mãos mesmo
Quando nos sentimos ou estamos sozinhas
Que a nossa estrada, trilho ou caminho tenha.
Sempre mais rosas que espinhos.


Isabel Morais Ribeiro Fonseca


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

"LOUCA PAIXÃO"

 "LOUCA PAIXÃO"

Meu amor...tenho saudades de ti..
Dos nossos momentos... bons e dos maus.
Das nossas conversas ...das nossas discussões.
Dos nossos passeios, do teu sorriso quando falas
Da tua cara engraçada,quando eu te irrito
Saudades do nosso amor intenso
Das nossas manhãs, tardes, noites e madrugadas.
Dos teus ciúmes sem fundamento..
Dos teus medos e da maneira como tu cuidas dos meus.
Da maneira como tu te preocupas comigo,
Da tua franqueza, que me dás força para ser forte.
Dos nossos beijos, secos ou molhados
Da nossa vida tão igual e tão desigual.
De quando tu apareces do nada e fazes-me rir
Tenho saudades do calor do teu corpo
Da maneira que tu dizes, amo-te
Deixas-me um brilho nos meus olhos
Das tuas mãos nas minhas, da minha boca na tua.
Dos teus telefonemas antes de dormir
Tenho saudades da tua voz, do teu carinho
Da tua paixão, do teu desejo, das nossas loucuras
Saudades do passado que já vivemos
E do futuro que vamos viver
Tenho saudades de ti meu amor.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

GRÃOS DE AREIA


Não sei quantos grãos de areia
Tem a areia do mar.
Não sei o fim da minha estrada
Sei apenas que amo...e vivo para amar.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca




quinta-feira, 10 de outubro de 2013

SEGREDO


 SEGREDO

 Segredo guardado
A sete chaves
Não é por medo
É preservado
Sobre a felicidade
Sobre a dor
Dos corações sofridos
Feitos em poemas escritos
Guardados no coração perdido.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

FRASE- COMBOIO


Saudoso comboio
   - Que tantas viagens que fiz.

Desta encantada paisagem
     -  Deste imenso Portugal.!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca


terça-feira, 8 de outubro de 2013

É SEMPRE ASSIM


 É SEMPRE ASSIM

É sempre assim,
Nas noites de chuva
Noites de frio no inverno
Que dói desta solidão imensa
Em que o choro se torna eterno
Lembranças doces, que escorrem.
Em forma de lágrimas da minha alma
A tua partida vai doer como dói agora
Como a fina chuva de inverno
Noites frias que congela as minhas lágrimas.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

domingo, 6 de outubro de 2013

"AROMAS"

 "AROMAS"

O choro das flores
O sabor das castanhas.
As dores dos amores
O sopro do vento
As vozes das nozes
O cheiro da terra
A beleza das cores
O silencio da neve
O som da chuva
Sou a tempestade
De dia o som do vento
De noite a solidão eterna.
Só sei que tu és centro do meu universo.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

sábado, 5 de outubro de 2013

Sempre que levantar-se de manhã....

Sempre que levantar-se de manhã.
Agradeça a Deus a vida
Se não tem o hábito de rezar
Tenha pensamentos de serenidade e otimismo
Por alguns momentos fique em silêncio.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Senhor ........Obrigado pela minha família..


Senhor
Obrigado pela minha família.
Pelos meus amigos
Pelo ar que respiro.
Pelas ondas e pela brisa do mar
Pelas flores e pelo sol.
Obrigado por amares-me tanto.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

"SENTIMENTO SOLTO"

 "SENTIMENTO SOLTO"

Sentimento, perdido, esquecido
As portas dos meus desejos
Foram soltas quando tu abriste
A porta que esta fechado do meu coração
O vento que soprou no ar
Trouxe seu aroma na sua essência
Esse perfume que enlouquece
E que me fez estremecer
Os meus braços estão prontos para abraçar-te
Oiço os sinos da minha alma que não param
Desde que os teus doces lábios tocaram os meus
Sinto as ondas nos meus pés, o afagar da brisa no meu rosto
Sinto todo o meu amor por ti ..eu sinto-te
Porque tu és a brisa que acalma a minha alma
O meu pobre coração, o meu corpo
Tu és o meu refugio dos meus medos mais sombrios
É tudo o que eu sempre quis, amo-te.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

"MÃOS"

  "MÃOS"

As mãos
Que trabalham arduamente
Calejadas do trabalho duro
Mãos que emocionam a alma
Sem medo de escrever
Mãos que acariciam o rosto
São as que sensibilizam escrevendo
Poemas e versos de amor, solidão
Escritos num papel valioso num minuto.
São todas as mãos cicatrizadas, delicadas.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

"REFÚGIO MEU"

 "REFÚGIO MEU"

A solidão é o meu refúgio
Anda de mãos dadas comigo
As lágrimas são o meu cobertor
Tu meu amor, és o calor

A minha companhia é o silêncio
Que aquece a minha alma fria
Na dor e tu és o meu protetor
Nos dias de chuva forte
A água embacia os vidros.

Deste corpo frio
Desta mente sóbria, de pensamentos
Lágrimas contornando o rosto

Podia escutar o meu próprio soluço.
E mesmo querendo parar.
A chuva tinha acabava e impedindo-me
De não chorar, mais de amor de solidão.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca