terça-feira, 8 de outubro de 2013

É SEMPRE ASSIM


 É SEMPRE ASSIM

É sempre assim,
Nas noites de chuva
Noites de frio no inverno
Que dói desta solidão imensa
Em que o choro se torna eterno
Lembranças doces, que escorrem.
Em forma de lágrimas da minha alma
A tua partida vai doer como dói agora
Como a fina chuva de inverno
Noites frias que congela as minhas lágrimas.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca.