quinta-feira, 31 de maio de 2018

AMOR 💕



AMOR  💕

Desejo-te
A cada minuto
A cada hora
Da minha vida
Desejo ser a chuva
Que molha o teu corpo
O assobio do vento
O uivo do lobo
O teu sorriso
Desejo que a minha
Tímida boca sente
A beijar os teus lábios
O teu belo corpo
Numa canção de amor
A embalar o teu desejo
Neste nosso caminhar
💕
Isabel Morais Ribeiro Fonseca


segunda-feira, 21 de maio de 2018

💕🌸 SONO



SONO

No meu sono há quem sonhe
Quem chore, quem ame
Quem sofra encostados à dor
Mutilados na lavanda em flor
No murmúrio das águas das fontes
Nas carícias das giestas em amor
Núpcias de tamanho desejo teu
No meu sono entras tu totalmente
Nu, descalço no quarto num abraço
Ardosia escrita por mim, por ti
Alquimia feita pelas cinzas da noite
Quando beijas com ternura a minha alma.

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Isabel Morais Ribeiro Fonseca

quinta-feira, 10 de maio de 2018

NO CALOR 💕🌸




NO CALOR 💕🌸

No calor dos teus braços meu amor
Quero e queria, viver e sonhar
Onde navega a minha ousadia
Deixando o meu corpo a arder
Na loucura desta paixão assolapada
Queima-nos os sentidos na lareira
Arranjamos uma maneira de viver
Viver todos os sonhos perdidos
Perdidos com contigo meu amor 
Nessa fogueira dos nossos carinhos
Escuta o mar junto ao meu coração
No calor dos teus braços, meu amor
Quero e queria viver, sonhar e amar
Amo-te nos poemas que escrevo 
Nas horas nos minutos que não te vejo
E quando tu não estás ao meu lado
Nas palavras que não consigo dizer-te
Nem escrever, dos silêncios da nossa madrugada
Noites de insônia quando estou acordada
Amo-te meu amore escrevo-te nos meus poemas
Mais sentidos  a palavra amo-te.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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sexta-feira, 4 de maio de 2018

QUE ME MATE 🌹🌹


QUE ME MATE

Que me mate este amor clandestino
Que me mate a dor dos gemidos
Que me me mate esta fome sentida
Que me mate a dor da navalha
Que me mate os silêncios sentidos 
Que me mate o fel da tua boca
Que me mate as pedras frias da rua
Que me mate a tua indiferença
Que me mate o canto dos pássaros
Que me mate a falta de coragem
Que me mate esta cobardia na alma
Que me mate este destino de morte
Que me mate a cruz pesada que carrego
Que me mate esta chuva que molha o rosto.





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Isabel Morais Ribeiro Fonseca