sexta-feira, 18 de outubro de 2013

"NÃO SEI AMO/TE"

  "NÃO SEI AMO/TE NÃO SEI"

Será que sinto-me viva
Não sei se iludo-me de fantasias
Ou vivo um pesadelo
Do que sinto, do que vejo
O brilho que refletes em mim
É como calor do teu corpo
A minha alma encheu-se de flores.
Cheiro doce encheu-me de alegria. 

Voamos para além da dor
E imagino-me
Nos teus lábios a beber o mais
Puro e doce mel
Rasgamos o coração de dúvidas
De fugas e ódios.
Se o meu sonho és tu
Não quero acordar desse sonho
Sei que existes e encontro-te
Na poeira dos meus olhos
Onde,procuro o sol dos teus desejos.

Juraste-me uma melodia de palavras soltas.
E alucinadas deste amor
És a amora azul silvestre e agreste
Os teus braços ramos do norte
Entraste de mansinho no meu coração
E sem bater eu nos teus braços
Acabei por me perder
No teu corpo e no desejo forte de amar.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca