A minha pele é um livro aberto
Uma página escrita da minha vida
Leio-me pelos caminhos das minhas rugas
Revelando a todos que me acompanham tudo que vivi.
🌹
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
A minha pele é um livro aberto
Uma página escrita da minha vida
Leio-me pelos caminhos das minhas rugas
Revelando a todos que me acompanham tudo que vivi.
🌹
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Dentro de mim existem vários lobos
Mas todos eles uivam por ti.
Acredita que vale a pena viver
É na tua fé , na tua convicção
Que existe a felicidade
Como eu gostaria que o mar
Me trouxesse o teu murmúrio
Perfumado de ti pelas ondas
Da espuma branca do teu beijo
E do teu longo quente abraço.
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A depressão queima todo o sentimento
Na alma, no coração, na mente
Luta pois só os fracos desistem
Nasci entre as flores
Permaneci entre o vento
Na alma ou no coração
Enfim permaneci na saudade
Que vive dentro de mim.
O AMOR
O amor é uma casa
O amor é liberdade
O amor tem asas
O amor é um ninho
O amor não tem algemas
O amor não é uma prisão
O amor é simplesmente entrega.
Apaixone-se por si
Conquiste com uma boa gargalhada
O enorme vazio da sua alma
Só quando acreditamos
No amor é que
O fazemos nascer
“Que as flores
Sejam as pedras
Que pisamos todos os dias”
“Sinto-me cansada deste mundo
De mentira, falsidade e intriga
Nos dias de hoje é muito difícil
Encontrar alguém que realmente
Queira o teu bem é uma deceção”
Só quando acreditamos
No amor é que
O fazemos nascer
“Com a cabeça erguida
Faça do otimismo
O seu caminho
A sua maneira de viver.”
“Evite desencorajar-se
Pois só os fracos
É que desistem”
Só quando acreditamos
Nas flores é que
As fazemos florir
“Não deixes
Que as pessoas
Te façam desistir
Acredita, conquista
Restaura a fé em ti
E segue em frente”
“Parabéns
Que as flores
Sejam as pedras
Que pisas todos os dias
Beijos”
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
CHUVA DE ANJOS
Chuva de anjos num jardim perfumado
Pérolas de orvalho num belo galho
Gotas de lágrimas que caem no chão
Brinca a alma de palavras soltas
Pintei a parede de estrelas passou o vento
Levou-me com ele deixou-me livre
Senti-me como uma árvore despida
De folhas, de frutos, de flores
Inverno gelado na mente, no corpo
Ventos frios alcançam o coração
Lágrimas de dor, orvalho de cor.!
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Camélias lindas e belas
Perfumadas e frescas
Como o orvalho da manha.!
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
“Amo mais do que digo
Digo mais do que penso
Penso mais do que quero”
“Que a luz que nos cerca seja perfumada
de azeite entre as saudades sentidas”
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
“Sou uma loba com alma
Sem medo do dia
Onde descanso o corpo
Nas fragas da serra”
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
A saudade é feita de amor por entre as folhas caídas no chão
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
O ÚLTIMO RIO SABOR
Rio selvagem, rio Sabor
Corre lentamente e devagarinho
As águas do rio, pelos vales, montanhas
Lameiros, entre giestas e choupos
Correm como as almas, que sentem a escuridão
Nas águas geladas do rio, as mulheres que choram
De dor e saudade, que querem sair da escuridão e da solidão
Corre lento e devagarinho, o rio selvagem e puro
Com as dores daqueles que sentem a perda de alguém
Corre o rio entre as fragas e pedras, com o sofrimento
Daqueles que não conseguem, sair do seu leito
Que ficam nas margens, com o frio e triste
Estão as almas, que ninguém as quer, sozinhas abandonadas
Neste rio que corre lento e devagarinho
Com a saudade dos vivos e dos que partiram para longe
Ficaram sozinhas as almas, na água pura e fresca do rio
Que corre lento e devagarinho.
Isabel Morais Ribeiro Fonseca